APÓS A PANDEMIA: Mais de 10 mil pessoas participam do primeiro dia do Digoreste VG é tudo de bom

Evento marca a retomada de festas públicas que procuram estimular a economia de Várzea Grande para o empreendedorismo e desperta sentimentos de bem-estar e convivência na população

Três anos sem promover grandes eventos por conta da pandemia da covid-19, a prefeitura de Várzea Grande, por meio do Gabinete de Apoio às Ações Transformadoras (GAAT), lançou a primeira edição do ‘Festival Digoreste VG é tudo de bom’ neste sábado (28). Num momento em que cerca de 90% da população encontra-se vacinadas com no mínimo duas doses, a gestão Municipal decidiu celebrar os 155 Anos de Fundação com um evento que marca a retomada das festividades, fomentando a economia local, gerando emprego, distribuindo renda e valorizando a cultura regional, despertando o empreendedorismo.

“Essa ação foi pensada na interação entre as famílias e a comunidade como um todo, até porque, em função da pandemia, muitos eventos culturais deixaram de ser realizados e as pessoas sentiram falta desse convívio. Por isso, resolvemos realizar essa festa e, ao mesmo tempo, incentivar o empreendedorismo, divulgar o artesanato local e proporcionar um ambiente de diversão e entretenimento”, destacou a primeira-dama de Várzea Grande, a promotora de Justiça Kika Dorileo Baracat.

O prefeito, Kalil Baracat, disse que o festival é uma das ações alusivas ao aniversário da cidade, visto que ao longo de todo mês de maio foram realizadas diversas entregas de obras que somaram investimentos da ordem de R$ 215 milhões e vão ao encontro das necessidades da população. “Foram anos conturbados em função da pandemia da covid-19. E nós precisamos agradecer o privilégio de estarmos bem, com saúde. E nada melhor que celebrarmos a vida, nossa cultura, nossa identidade”.

O evento contou com diversas apresentações musicais e de danças de alunos de Escolas da Rede Municipal, bem como de projetos ligados à Assistência Social como o Caderno II. Além disso, foram montadas barracas com comidas típicas, além de artesanatos produzidos pelas integrantes do programa Mulheres Empreendedoras e da Associação de Redeiras da Comunidade de Limpo Grande (Tece Arte). Também estão sendo doadas mudas de plantas frutíferas e que fazem parte da flora local.

“Há muito tempo não era realizado na cidade um evento tão bonito quanto essa feira cultural e gastronômica, em comemoração ao aniversário de Várzea Grande. Fiquei surpresa com a grandeza da festa, com a organização e todo trabalho realizado na praça Sarita Baracat, que ficou encantadora com as barracas estilizadas com ilustrações que remetem à cultura local. Todos envolvidos neste evento estão de parabéns”, elogiou Doralice Pereira Bueno, moradora do bairro Chapéu do Sol.

Já Maria do Carmo Vieira atravessou a ponte e veio conferir em Várzea Grande o evento ‘Digoreste VG é tudo de bom’.  “Gosto muito de feiras de artesanato e de comida típica. Por isso, junto com o meu esposo, decidi participar deste evento. O local ficou aconchegante e tudo de muito bom gosto. Gostaria que esta feira fosse realizada permanentemente”, comentou.

De acordo com a Guarda Municipal de Várzea Grande, cerca de 10 mil pessoas participaram do primeiro dia do evento. Neste domingo, será realizado o segundo e último dia do Festival, das 18h às 22h.

Dalciney Fidelis Nogueira levou doces, tortas e brigadeiros para adoçar o paladar dos visitantes. Ela conta que resolveu participar do evento para divulgar os seus produtos e, ao mesmo tempo, aumentar a renda. “Meus Produtos tiveram boa aceitação e eu consegui fazer uma boa venda. Vou aumentar a produção para esse domingo”, comemorou.

Cleonice Nascimento também apostou no preparo de macarrão de diversos sabores e atraiu uma clientela bem considerável. “Já trabalho com esse prato há meses e a venda do produto tem sido satisfatória. Esta feira gastronômica e cultural em Várzea Grande é uma boa alternativa de vendas e de aumento da renda. Bom seria se fosse realizada pelo menos uma vez por mês”, sugeriu a expositora, que além do macarrão como carro chefe, ela também ofereceu pudins e doces como alternativa de venda de produtos.

Já Jaime Lorentine ficou em uma fila enorme antes de ser atendido na barraca que vendia carne seca com arroz, e a espera tinha um bom motivo: a esposa grávida de sete meses chegou ao local com vontade de saborear esse prato. “E ela não queria de outro local, daí tive que esperar a minha vez, orando para que a comida não acabasse”, pontuou.

Domingo (29), de 18h às 22h

– Banda Municipal;

– Orquestra de Violino e Coral da Escola Estadual ‘José Leite de Morais’;

– Banda Caderno II;

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