ARTIGO: O novo normal

Lutar contra a progressão da pandemia é uma responsabilidade de todos, inclusive das mulheres que ajudam a formar opinião.

Não sou contra a diferenciação sou contra a desinformação, no primeiro momento imaginei que era algo temporário que logo tudo voltaria ao normal, isso não aconteceu e as MÁSCARAS chegaram e ficaram. Porém por desinformação muitos que não são da área médica pensaram e ainda continuam pensando que máscara possivelmente pode ser um acessório fashion, alegre e divertido, ou uma oportunidade para extravasar a criatividade, ou desfilar mensagens, ou estado de espírito, mas acredito que este não é o melhor momento, temos outras prioridades.

Fui pesquisar sobre o assunto e as opiniões são bem diversas, o ponto em questão é:

Máscaras e EPIs são para nossa proteção, neste contexto observei muitas iniciativas de empreendedoras que precisaram criar oportunidades de renda para se manterem financeiramente neste momento, muitas iniciativas criativas e românticas, infelizmente muitas dessas iniciativas com dicas que contradizem normas sanitárias (como lenços e broches e aplicações) e que dificultam inclusive a higienização correta, oferta de produtos que são verdadeiras armadilhas em tempos pandêmicos.

🎾 A bola cheia de hoje vai para: Foi interessante observar homens dando um show de praticidade e respeito ao objetivo do uso da máscara, a maioria delas lisas, tons neutros e os de cores escuras para quem se movimenta muito ao ar livre.

👎E a Bola murcha de hoje vai para: Enquanto isso algumas mulheres têm se excedido no estilo, outras se destacando pelo desleixo, ausência de higienização, muitas vezes observei mulheres bem esclarecidas com máscaras amaçadas, folgadas, grandes, ou pequenas, caindo no rosto, enfim um festival!!!(sigam sempre as orientações e os padrões das autoridades de Saúde)

💡Dica de Ouro: Para o trabalho e ocasiões formais opte por cores lisas e tons sóbrios, para outras atividades aí sim você̂ pode acredito eu usar um pouquinho de sua criatividade, mas dentro dos limites recomendados.

Por Paula Gomes.

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