Dois homens e uma mulher são presos suspeitos de participarem de latrocínio contra idoso em Poconé

A jovem, de 18 anos, e os dois homens foram presos pela Polícia Militar após relatos de uma das vítimas da tentativa de roubo, que é irmão do idoso assassinado, durante a tentativa de roubo na casa da família.

Dois homens e uma mulher foram presos nesse sábado (31) no bairro João Godofredo, em Poconé, a 104 km de Cuiabá, suspeitos de participarem do latrocínio de Felicíssimo de Almeida, de 77 anos, assassinado a tiros, na noite de sexta- feira(30), no município.

A jovem, de 18 anos, e os dois homens foram presos pela Polícia Militar após relatos de uma das vítimas da tentativa de roubo, que é irmão do idoso assassinado, durante a tentativa de roubo na casa da família.

A testemunha contou que estava com o irmão quando a casa deles foi invadida por três homens encapuzados. O homem disse ainda que ele foi trancado em um quarto e ouviu dois disparos de arma de fogo contra o seu irmão, o idoso Felicíssimo de Almeida, que não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

O irmão do idoso contou que uma mulher havia ido até casa deles antes do crime e que ela sempre frequentava o local. Após o assassinato do irmão, ele percebeu que a mesma mulher passava constantemente na frente da casa da vítima.

Os militares localizaram a mulher na zona rural do município,na região da Estrada Boiadeira.Em depoimento, a suspeita contou que ao receber o seu pagamento pelos serviços prestados ao idoso, ela percebeu que a vítima guardava dinheiro da aposentadoria em uma sacola que ficava guardada debaixo do colchão.

A mulher contou sobre o dinheiro para um dos suspeitos. Segundo ela, o homem chamou um comparsa e eles foram até a casa do idoso para praticar o crime. Após as informações da suspeita, os policiais localizaram e prenderam os dois homens que trabalhavam em uma oficina na Rua Coronel Epifânio, no bairro João Godofredo. Os suspeitos negaram os fatos. As três pessoas foram conduzidas à delegacia.

A ocorrência foi entregue à Polícia Judiciária Civil, que passa a investigar o caso.

Fonte: G1

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