HUM MILHÃO CADA: Bandidos que cavaram túnel para chegar a cofre de banco queriam lucro mínimo de R$ 1 milhão para cada, diz inquérito: veja o vídeo

Investigação em MS diz que “chamou a atenção” a forma cuidadosa como os bandidos desenvolveram toda a ação criminosa. Dos 9, dois morreram e 7 permanecem presos.

A Polícia Civil concluiu o inquérito que investiga a tentativa de furto ao cofre da central administrativa do Banco do Brasil, em Campo Grande. O delegado João Paulo Sartori, responsável pelas investigações, disse que todos os suspeitos prestaram depoimentos e ressaltaram que queriam, no mínimo, lucro de R$ 1 milhão para cada.

“Alguns disseram que a quantia fixa seria de R$ 500 mil para cada, mas, a maioria disse que pretendia ganhar, no mínimo, R$ 1 milhão. Depois, poderiam ganhar um percentual sobre a quantia total arrecadada”, disse Sartori.

No caso dos bandidos, ainda conforme o delegado, chamou a atenção a “forma cuidadosa” como desenvolveram toda a ação criminosa. “A estrutura e organização chamou muito a atenção, bem como os equipamentos de inteligência que eles possuíam, além da ousadia com as armas de grosso calibre e uma contenção mais pesada”, ressaltou.

Sobre o túnel, Sartori fala que ficou comprovado se tratar de “uma mão de obra especializada”. “A estrutura do túnel indica a atuação de pessoas qualificadas, já que o túnel possuía todo o escoramento metálico. Todo o material ali foi apreendido e encaminhado para perícia. E a nossa investigação, até o momento, também não apontou nenhum indicativo da participação de funcionários do banco”, argumentou.

A Polícia Civil concluiu o inquérito que investiga a tentativa de furto ao cofre da central administrativa do Banco do Brasil, em Campo Grande. O delegado João Paulo Sartori, responsável pelas investigações, disse que todos os suspeitos prestaram depoimentos e ressaltaram que queriam, no mínimo, lucro de R$ 1 milhão para cada.

“Alguns disseram que a quantia fixa seria de R$ 500 mil para cada, mas, a maioria disse que pretendia ganhar, no mínimo, R$ 1 milhão. Depois, poderiam ganhar um percentual sobre a quantia total arrecadada”, disse Sartori.

No caso dos bandidos, ainda conforme o delegado, chamou a atenção a “forma cuidadosa” como desenvolveram toda a ação criminosa. “A estrutura e organização chamou muito a atenção, bem como os equipamentos de inteligência que eles possuíam, além da ousadia com as armas de grosso calibre e uma contenção mais pesada”, ressaltou.

Sobre o túnel, Sartori fala que ficou comprovado se tratar de “uma mão de obra especializada”. “A estrutura do túnel indica a atuação de pessoas qualificadas, já que o túnel possuía todo o escoramento metálico. Todo o material ali foi apreendido e encaminhado para perícia. E a nossa investigação, até o momento, também não apontou nenhum indicativo da participação de funcionários do banco”, argumentou.

Questionados sobre o dia de abrir o cofre, os bandidos disseram que seria no mesmo dia da abordagem policial ou até mesmo nas datas festivas, entre a comemoração do Natal e Ano Novo. Dos 9 envolvidos, 2 foram mortos em confrontos com a polícia.

“O corpo de um deles foi transladado para São Paulo e o outro ainda preciso confirmar o destino. A maioria deles possui passagem por roubo. Os que estão presos vão responder por organização criminosa, uso de documento falso e receptação, já que apuramos que as duas caminhonetes usadas por eles eram roubadas e, no caso do caminhão, também há indícios”, finalizou Sartori.

Túnel com 60 metros de comprimento liga galpão à Central do Banco do Brasil, em Campo Grande. — Foto: Arte/G1

Entenda o caso

Segundo as investigações da Delegacia Especializada de Repressão a Roubo à Banco, Assaltos e Sequestros (Garras), a equipe chegou ao galpão da quadrilha no cruzamento das rua Alegrete com a Travessa Buriti, região do Monte Castelo, por volta das 00h30 (de MS) de sábado (21). Lá eles flagraram o grupo cavando o túnel para roubar o banco.

O vídeo abaixo mostra parte do túnel que os criminosos tentaram ter acesso ao cofre, onde fica o dinheiro distribuído para as agências e caixas eletrônicos de Campo Grande e algumas cidades do interior, conforme a assessoria do Banco do Brasil.

Pela imagem é possível ver uma escada que dá acesso ao galpão onde a quadrilha se planejava para chegar até o cofre. Um deles, ainda conforme a polícia, fugiu da cadeia cavando outro túnel. No corredor subterrâneo, havia alguns ventiladores e já na parte interna do galpão, centenas de sacos estocam terra retirada das escavações.

Veja o vídeo:

Fonte: G1


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