Kalil rebate críticas de adversários e garante ter as melhores e mais viáveis propostas

“É uma pessoa interessada em resolver seus próprios problemas e não trabalhar pela cidade, pela sua gente. O histórico dele é de pessoa que se locupleta da boa vontade alheia e não respeita nada, nem ninguém”, disse Kalil Baracat ao se referir as críticas do seu principal adversário, Flávio Vargas (PSB), que o acusa de ser uma marionete nas mãos do senador Jayme Campos (DEM). 


Com a responsabilidade de disputar a prefeitura da segunda maior cidade de Mato Grosso, Várzea Grande, liderando o grupo da tradicional família Campos, da prefeita Lucimar e do senador Jayme Campos, ambos do Democratas, Kalil Baracat (MDB) que também é de família tradicional, e que aparece nas pesquisas na condição de favorito, frisou estar pronto para o embate, mas que não vai se rebaixar ao nível dos outros oponentes que não tem economizado criticas a sua pretensão.


“Disputo as eleições da minha terra natal, com a disposição de suceder a prefeita que tem a melhor aprovação em Mato Grosso e que em 2016 obteve uma das votações mais expressivas proporcionalmente no Brasil. Então não é uma tarefa fácil, ainda mais, Várzea Grande e sua gente necessitando manter o ritmo acelerado de desenvolvimento e de obras de qualidade”, assinalou.


Questionado sobre as críticas dos seus principais adversários, o empresário Flávio Frical e o deputado federal Emanuel Pinheiro Neto (PTB), o candidato governista assinala que: “enquanto os meus detratores me criticam, ou criticam o senador Jayme Campos e até mesmo a prefeita Lucimar Sacre de Campos, eu apresento propostas viáveis, que podem ser colocadas em prática”, disparou ele, sinalizando que não é filho de pai assombrado e não vai tolerar o baixo nível da disputa.


“Acho que meus opositores têm muito mais o que justificar a população do que me criticar. Um (Frical) responde a ações milionárias por sonegar impostos federais e estaduais o que afeta a economia e os serviços públicos, pois quantas obras seriam realizadas com os mais de R$ 150 milhões devidos por ele, e o segundo postulante (Emanuelzinho) precisa justificar os votos recebidos a menos de dois anos e que permitiram a ele realizar um bom trabalho enquanto deputado federal, trabalho este que Várzea Grande, Cuiabá e Mato Grosso não pode prescindir, portanto, ele deve mesmo é legislar e ajudar e não atrapalhar e criar falsas esperanças”, explicou Kalil Baracat.


Apesar de ser da nova safra de políticos, Kalil Baracat que tem o atual vice-prefeito, José Hazama, outro político novato, como companheiro de chapa, assegura que no mandato desempenhado como vereador e depois como secretário municipal das pastas de Desenvolvimento Econômico e de Governo ganhou bagagem que será reforçada com bons nomes como secretários, adjuntos, auxiliares para ajudarem a administrar uma cidade de quase 300 mil habitantes.


“Se formos olhar pelo lado da experiência, pertenço a uma família de políticos tradicionais e que muito contribuíram com Várzea Grande. Minha avó, Sarita Baracat, foi a primeira prefeita de Várzea Grande, eleita em 1966 e deputado estadual, e meu pai foi vereador, vice-prefeito, deputado estadual, secretário de Estado, além disto temos o melhor time de pessoas e de propostas para continuar alavancando Várzea Grande”, frisou.


Antes de concluir, Kalil frisou que Várzea Grande ficou parada no tempo por mais de uma década, por causa de escolhas erradas e que a prefeita Lucimar Sacre de Campos demonstrou que com transparência, eficiência, honestidade e principalmente sensibilidade aos anseios populares demonstrou que é possível fazer mais e melhor e que Várzea Grande é daqui para melhor, “pois a prefeita Lucimar está deixando as condições apropriadas para que possamos dar continuidade ao desenvolvimento e a qualidade de vida que todos da cidade merecem e irão ter”, concluiu.

Fonte: GD

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