Max Russi busca garantir qualificação a Agentes Comunitários de Saúde e de Combate a Endemias de Mato Grosso.

Um dos requerimentos apresentados pelo primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, o deputado Max Russi (PSB), propõe a instalação de uma Câmara Setorial Temática, com o objetivo de proporcionar qualificação técnica e estudos da legislação dos Agentes Comunitários de Saúde e de Combate a Endemias de Mato Grosso.

A intenção é colocar em prática mecanismos, que disponibilizem meios necessários e efetivos para que as categorias possam se qualificar. “Ainda que haja previsão legal para a qualificação desses profissionais, isso ainda não é colocado em prática. Por isso a necessidade desse acompanhamento e o apoio do Legislativo”, justificou o parlamentar.

Nesse sentido, conforme o teor do texto, a Câmara também será composta por representantes do Sindicato dos Trabalhadores de Combate a Endemias, da Procuradoria Geral da ALMT, Escola do Legislativo, Tribunal de Contas da União e câmaras municipais.

O deputado Max Russi tem sido atuante, quanto aos anseios desses profissionais. Uma de suas bandeiras também tem sido a efetivação da classe. Até mesmo antes de sua atuação no Legislativo Estadual, quando prefeito de Jaciara, ele foi um dos primeiros no estado a efetivar os ACSs, inserindo-os num plano de cargos e salários.

Já quando gestor da Secretaria de Trabalho e Assistência Social (Setas-MT), hoje Setasc, Max promoveu a inclusão dos agentes no Pró-Família. Esse programa de resgate social foi criado pelo próprio parlamentar, à época licenciado para exercer o cargo de secretário e benefício mais de 23 mil famílias de baixa renda.

Uma de suas grande conquistas, já em atuação na segunda legislatura, aconteceu nesse ano, junto ao prefeito de Barra do Garças, Roberto Farias e a Câmara Municipal de Vereadores. No município o  teto salarial nacional passou a ser garantido aos agentes. A lei que define essa regulamentação foi sancionada pela prefeitura e a jornada passou a ser de 40 horas, com o piso de R$ 1.250.

“Precisamos manter essa seqüência de encaminhamentos, com a participação da população, efetivando o desenvolvimento de ações mais firmes e que vão de encontro aos anseios de quem mais precisa dos serviços de saúde”, finalizou.

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