Max Russi busca soluções para MT-130 e propõe mutirão oftalmológico em Paranatinga

Demandas de Paranatinga foram apresentadas nessa quarta-feira (29) pelo primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, o deputado Max Russi (PSB). A primeira foi uma solicitação a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT), propondo uma ação emergencial de reestruturação na rodovia MT-130, que da acesso a Primavera do Leste. Já na sessão plenária vespertina, o parlamentar apontou a necessidade de um mutirão oftalmológico no município.

Max Russi, o empresário Paulo Patureba e membros do Rotary Club Paranatinga – Distrito 4440, foram recebidos pelo secretário da Sinfra, Marcelo de Oliveira e Silva. Na pauta foram elencados os diversos problemas enfrentados por quem trafega na rodovia estadual.

Patureba reforçou que parte daquele trecho já havia passado por reforma, durante a antiga gestão estadual. No entanto, o serviço realizado, pela empresa responsável, não teria sido de boa qualidade, o que causou a deterioração de parte da via. “Estamos buscando uma solução, para que seja feita uma recuperação imediata dessa pavimentação, antes que acidentes mais graves aconteçam”, destacou.

Por sua vez, o secretário Marcelo de Oliveira garantiu já estar buscando medidas para solucionar os problemas. “Em um prazo de 15 a 20 dias, estaremos dando início a um trabalho de tapa-buracos na região”, assegurou.

Outra parte da MT-130, que também pede uma atenção especial, através de outra proposição do deputado, é a do trecho que da acesso a Santiago do Norte, conhecido como “Sete Placas”. Essa é uma reivindicação da Câmara de Vereadores, que alegou um grande fluxo de veículos pesados e formação de atoleiros na região.

“Estamos juntos, buscando soluções mais efetivas para essa rodovia, de importância indiscutível para o desenvolvimento da região”, reafirmou o deputado Max Russi.

Mutirão Oftalmológico

Essa demanda foi apresentada ao deputado Max Russi pelo vereador Josevaine Silva, o popular Labiga. Ele alega que muitos alunos da rede pública estadual de ensino não tem condições financeiras para pagar um exame oftalmológico.

“O valor desse exame na rede privada é elevado. Na rede pública temos uma grande fila de espera, por isso aponto essa necessidade de nossos estudantes terem o acesso o mais rápido possível, para que assim o rendimento escolar dos alunos, com problemas de visão, não seja comprometido”, justificou Labiga.

Max Russi fez a indicação, para a realização de um mutirão em Paranatinga, a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT). “Esse acesso a nosso estudantes é mais do que fundamental. Sou autor da Lei, que também propõe ao poder público os mecanismos para facilitar o acesso a esses exames, de forma gratuita. Uma criança com problemas na visão fica desestimulada e, muitas das vezes, perde a vontade de aprender. Temos as ferramentas para que isso não aconteça, por isso reforço essa cobrança”, assegurou.

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