Ministro diz que Mato Grosso terá prioridade em investimentos na infraestrutura

“Mato Grosso terá prioridade do Governo Federal nos investimentos”. A garantia foi dada nesta sexta-feira, 14, pelo ministro de Infraestrutura, Tarcisio Gomes de Freitas, durante visita ao terminal de cargas da Ferrovia Vicente Vuolo, em Rondonópolis. Ele também visitou trecho de duplicação das BRs 163 e 364, naquela cidade.

Segundo o ministro, a visita confirmou a urgência na aplicação de recursos para obras de infraestrutura não só na região, mas em todo o Estado. “Seguramente, Mato Grosso terá o maior volume de recursos”, disse ele, ao citar investimentos públicos em várias rodovias, como a BR-163 (que está sendo duplicada entre Cuiabá e Rondonópolis) e a 158, entre Barra do Garças e Vila Rica, na divisa com o Pará.

Sobre a Ferrovia Vicente Vuolo, o ministro disse que o Governo Federal aguarda decisão do Tribunal de Contas da União para a prorrogação do contrato de concessão da linha ferroviária paulista, que deve vincular investimentos de R$ 7 bilhões no prolongamento dos trilhos em direção a Cuiabá e Sorriso. “A empresa Rumo, que detém a concessão, já confirmou interesse em fazer essa obra e confirmou o potencial de cargas de Cuiabá” – explicou.

Tarcísio Freitas ainda citou a Ferrogrão, cuja concessão deve ser feita ainda este ano, e a Ferrovia de Integração do Centro-Oeste, que deve ser licitada até o final do ano. “Quem vem a Mato Grosso vê aqui um Brasil que dá certo e tudo o que se fizer por logística de transportes em Mato Grosso ainda é pouco”, disse ele.

O presidente da Frente Parlamentar de Logística e Infraestrutura, senador Wellington Fagundes, disse que algumas obras, como a duplicação da BR-163 entre Cuiabá e Rondonópolis devem retomar o ritmo acelerado agora, com o fim do período das chuvas. “Além disso, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes deve já tem autorização para iniciar o contorno da rodovia na região de Jaciara” – ele assinalou.

O governador Mauro Mendes, que acompanhou a visita. Ele reforçou a importância estratégica do Estado na produção de alimentos e dos investimentos em infraestrutura.

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