Retomadas as obras do anfiteatro do IFMT

Emenda parlamentar do senador Wellington Fagundes viabilizou a conclusão do novo espaço cultural

Um espaço que já abrigou várias apresentações culturais voltará a ser palco para os artistas. O anfiteatro Hélio de Souza Vieira, do Instituto Federal de Mato Grosso, vai receber obras para contar com 380 lugares na plateia, palco, foyer, camarins, sistema de iluminação e som, elevador e plataforma de acessibilidade. O projeto foi lançado nesta segunda-feira (02.08) depois de ficar 11 anos parado.

Construído na década de 1970, o anfiteatro abrigou obras de teatro e música e cursos de artes cênicas, que formaram muitos dos artistas que hoje ainda estão em atuação, como a dupla Nico e Lau.

“Aqui, foi a nossa escola. Nesse palco, aprendemos muito do que hoje sabemos”, diz o ator Lioniê Vitório, que faz o personagem Nico.

“Este lugar é sagrado. Abrigou e formou muitos artistas. Merece ser reativado”, avalia o músico Pescuma.

O novo anfiteatro contará com área de 1.874 m2 distribuídos em três pavimentos e deverá ser concluído em dois anos.

Os investimentos são de R$ 3,5 milhões oriundos de emenda parlamentar da bancada federal de Mato Grosso e recursos próprios do IFMT.

“Uma obra parada é sempre ruim e a produção cultural de Mato Grosso é muito carente de espaços como este”, diz o senador Wellington Fagundes (PL-MT), que participou do lançamento da obra. Na avaliação do parlamentar, o anfiteatro vai contribuir para ampliar o conhecimento e a formação dos alunos do IFMT.

Além do novo anfiteatro, o senador lembra a construção de um centro cultural anexo à Academia Mato-grossense de Letras, que conta com recursos de R$ 2,2 milhões viabilizados mediante emenda parlamentar, e sua atuação para ampliar os prazos de aplicação dos recursos da Lei Aldir Blanc.

“Todas essas ações devem levar mais cultura e conhecimento para a população”, prevê.

O reitor, Júlio César, diz que a instituição também fez um esforço extra para viabilizar os recursos, como a doação, por parte dos professores de servidores, de todos os projetos necessários para a construção. “Só com isso, economizamos R$ 1 milhão”, diz.

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