SETOR PRODUTIVO: Margareth Buzetti vai à Fecomércio falar sobre projeto

Empresária se reuniu com diretores da entidade para apresentar proposta de defesa do setor em possível pleito ao Senado

A empresária Margareth Buzetti se reuniu esta semana com a diretoria da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Mato Grosso-Fecomércio-MT. Convidada para falar sobre sua pré-candidatura ao Senado, Buzetti se colocou como representante do setor produtivo, já que atua na área empresarial em Mato Grosso há 35 anos. Ela falou sobre as pautas que considera necessárias defender no Congresso para que o setor econômico e a economia nacional possam crescer.

Participaram do encontro presidentes e representantes de sindicatos do comércio e de serviços de todo Estado. Atualmente, a Fecomércio representa aproximadamente 300 mil empresas instaladas em Mato Grosso, que geram em torno de 66% do ICMS arrecadado no Estado, sendo responsável por quase metade dos empregos com carteira assinada no setor de comércio e serviços.

Presidente da Associação das Empresas do Distrito Industrial de Cuiabá (AEDIC) e da Associação Brasileira do Segmento de Reforma de Pneus (ABR), Margareth Buzetti tem uma longa atuação como dirigente partidária e colocou seu nome à disposição de sua legenda, o PP, como pré-candidata ao Senado. As eleições suplementares serão realizadas em Mato Grosso no dia 26 de abril, por determinação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

“Na vida e na política, não adianta ficar reclamando, é preciso participar e atuar. Eu sempre fiz isso, sempre atuei em associações, projetos e em partidos políticos. Decidi colocar meu nome ao Senado para poder trabalhar pelo setor produtivo. Sei muito bem quais as questões e os inúmeros problemas que os empresários enfrentam para continuar produzindo e gerando emprego no Brasil”, contou Margareth.

A empresária apontou que as reformas estruturais são fundamentais para o crescimento do Brasil. “O país tem muitas propostas e projetos de reforma em andamento que precisam de apoio para serem votados. Não adianta ficarmos inventando novos projetos se já temos muitos para serem votados, aprovados e colocados em prática. É isto que pretendo fazer no Senado, lutar pelas reformas necessárias. Nós precisamos de mais pragmatismo e não ser o país de milhões de projetos”.

Buzetti defende que seja realizada, primeiro, uma reforma administrativa antes de uma reforma tributária, porque acredita não ser possível o governo federal saber como deverá ser sua arrecadação antes de saber quais serão suas despesas. “O governo precisa, primeiro, arrumar a casa para, depois, seguir adiante com mais reformas”.

“Temos que forçar para as reformas acontecerem. Este país tem que desburocratizar para avançar. Os empresários gastam a maior parte de seu tempo tentando vencer a burocracia do que produzindo efetivamente”, declarou a empresária sobre a reforma tributária. O texto desta reforma ainda não está definido. Câmara Federal e Senado defendem projetos diferentes e uma comissão mista foi formada para que se chegue a um consenso sobre a proposta.

Margareth Buzetti destacou que somente com o setor produtivo em crescimento será possível gerar emprego e renda no país. “A única forma das pessoas terem autonomia é com emprego digno e isso só se consegue com o crescimento da produção e do comércio”.

Por fim, a pré-candidata ao Senado disse que de nada adianta os empresários ficarem reclamando dos problemas enfrentados para poder trabalhar. Para ela, é necessário união e ação.

Buzetti conclamou os empresários a se unirem e lembrou que os setores da indústria, comércio e serviços de Mato Grosso nunca tiverem um representante legítimo no Senado. “Precisamos nos unir para eleger alguém que entenda os problemas da área produtiva e que lute para resolver os gargalos que atingem cada setor econômico para que nossa economia e país possam crescer”.

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