Traição mental existe?

Não é segredo para ninguém que um relacionamento amoroso só é saudável quando existe uma relação de confiança, o que implica em fidelidade. A questão que surge sobre o tema é: pensar em trair é traição? Ou seja, a traição mental existe?

Essa pergunta é interessante, mas no fundo só serve para amenizar uma eventual culpa que alguém está sentindo. Afinal de contas, ainda não existem registros no mundo de alguém capaz de ler pensamentos. 

Quer saber mais sobre isso? Basta continuar a leitura para entender porque esses pensamentos ainda surgem e se isso é considerado uma traição ou não. 

É traição ou não?

Se você se imaginou (ou até sonhou) com outro homem ou outra mulher, seja numa situação amorosa ou numa relação mais específica (como a de sugar daddy), pode ser que fique com uma sensação estranha. Ainda mais se a relação está num bom momento. 

Mas não se preocupe. Nós não conseguimos controlar todos os nossos pensamentos. Se isso fosse possível, doenças como ansiedade e depressão não existiriam. 

Claro que temos o controle de nossa mente e podemos, com uma certa dificuldade, moldar a maneira como pensamos certas coisas. Mas isso não quer dizer que conseguimos controlar todas as imagens que o nosso cérebro decide processar. 

O que eu quero dizer com isso é: a traição mental não é uma traição de fato. Pensar não é um crime, e isso é importante até para a legislação penal brasileira. 

Contudo, o pensamento, ainda mais se for recorrente, é um indício que as coisas não estão tão bem quanto parecem. Um pensamento recorrente em algo pode levar a uma atitude futura. 

Portanto, se o pensamento sobre a traição está ocupando demais a sua mente, o melhor é conversar com o seu parceiro ou sua parceira. Talvez valha a pena abrir a relação. Se a vontade for muito grande, talvez seja melhor desfazer o relacionamento. 

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